Arquivo de 2008

Um brinde ao dia internacional da mulher… Executiva

Silvio Celestino em 4 de Março de 2008 @ 06:00

Não estou muito certo de que há um dia no ano em que não deveríamos celebrar as mulheres. Todavia, oficialmente o dia 8 de março é considerado o dia internacional da mulher.

Quando olhamos as executivas, aquelas que já chegaram ao topo ou estão a caminho, é difícil não admirar estas extraordinárias profissionais por sua coragem.

Aqui compartilho algumas experiências inspiradoras que observei nestes anos de apoio a algumas destas líderes:

A primeira que tive oportunidade de treinar tinha como meta aumentar o faturamento de sua empresa. Entretanto, com duas semanas de coaching sua irmã entrou em estado terminal de câncer. O que originalmente seria um coaching executivo (processo dedicado a desenvolver competências de liderança empresarial) passou para coaching de vida (direcionado a desenvolver competências em outras áreas). Observar duas pessoas que se amavam passar seus últimos dias juntas foi para mim uma experiência transformadora. Até então avaliava a importância de um evento profissional mais pelos aspectos tangíveis – como valores envolvidos, por exemplo. Mas ali havia sido testemunha de algo que me remetia à essência da existência de todos: a finitude de nossas vidas e daqueles que amamos. Na verdade quando ela agradeceu-me pelo apoio naqueles dias percebi o enorme amadurecimento que me proporcionara. Cerca de um mês após o falecimento de sua irmã focou-se novamente no processo executivo e triplicou as vendas de sua empresa. Um resultado extraordinário após tudo que passara. Empreendedora singular e o mais interessante, que transmite muita alegria a todos que a cercam.

Em algumas empresas existe somente uma mulher no conselho de diretores. São desbravadoras e como todos desbravadores passaram e passam por situações difíceis, arriscadas e muitas vezes sem o devido respeito de seus pares ou superiores. Já tive oportunidade de observar mulheres serem rebaixadas de diretoras para gerentes, agüentarem firmes por algum tempo e retornarem triunfantes ao cargo de diretoras. Conheço poucos homens capazes de engolir seus egos a ponto de aguardar uma oportunidade para se restabelecerem de um revés dentro da mesma empresa. Bravas mulheres.

Há alguns anos uma engenheira de 26 anos procurou-me porque desejava tornar-se diretora mais que qualquer outra coisa. Como não tinha direito ao processo de coaching executivo – a empresa onde trabalhava somente cobria este processo para gerentes – pagou do próprio bolso e preparou-se para quando a oportunidade surgisse, mesmo sabendo que ainda teria alguns anos pela frente na carreira técnica. Algumas mulheres são pacientes e fazem o que tiver de ser feito para ser bem-sucedidas. Arriscam.

O mais interessante é observar que além da carreira executiva ainda conseguem com inacreditável elegância serem mães, esposas e amigas.

Olhando as pesquisas recentes, o salário médio das mulheres está subindo, assim como estão ocupando postos cada vez mais relevantes nas corporações. Temos ainda os casos onde estética e competência se unem formando a mais poderosa combinação de sucesso. Como é positiva a experiência de compartilhar o mundo executivo com estas mulheres extraordinárias que vivem e lutam por suas carreiras.

Dediquemos mais que um dia, nossos melhores esforços em apoiá-las para que sigam cada vez mais longe e compartilhem seus pontos de vista, alternativas e critérios para gerar um mundo cada vez melhor e mais humano para nós, as gerações futuras, o planeta e suas espécies.

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A carreira Executiva

Silvio Celestino em 1 de Março de 2008 @ 06:00

Olhando-se de perto a carreira executiva, cada vez mais recheada de mulheres, observamos que mesmo sem estar no topo de uma corporação internacional é grande o esforço exigido.

É por vezes difícil verbalizar, mas suas ações são claras neste sentido: líderes executivos colocam seus propósitos profissionais em primeiro lugar. Seus pares, filhos, pais, questões espirituais e por vezes sua saúde ficam em segundo plano. Sem falar do estresse a que estão submetidos. Em uma agenda típica, preparam-se para a semana no domingo a tarde, viajam, participam de reuniões sucessivas, por vezes em lugares remotos e possuem inúmeras responsabilidades. Tudo isto permeado por telefonemas, infinitos e-mails e esperas sem fim em aeroportos. Há ainda os almoços e jantares definidos como oportunidades para se fechar um bom negócio.

Os riscos são imensos: a morte dos pais ocorrer à distância, cônjuge ou os filhos adoecerem sem sua presença e a própria saúde sucumbir em meio ao estresse.

Quando se fala da alternativa para sua carreira a realidade é menos auspiciosa. Por décadas se menciona a carreira em “Y” como a opção para aqueles que desejam se desenvolver sem necessariamente seguir o ramo executivo. Isto é, mantendo-se na carreira técnica e aprofundando-se cada vez mais em sua especialidade. Entretanto, são raras as oportunidades neste caminho, embora existam onde há carência de mão-de-obra em setores técnicos intensivos.

A razão para isto é que responsabilizar-se por pessoas ainda é a atividade mais relevante que se pode atribuir a alguém. E são as carreiras executivas que o fazem. Uma decisão equivocada ou mal intencionada neste cargo pode, em casos extremos, por fim a uma empresa, gerar demissões, causar prejuízos para acionistas, danos à comunidade e ao meio-ambiente. Enfim, a responsabilidade por pessoas ainda é a que paga os maiores prêmios e é bom que assim permaneça.

Embora para muitos a vida executiva seja vista como resultado do desejo daqueles que querem salários expressivos, a realidade é que a maioria tem pouco interesse nesta carreira. Afinal, trabalhar para conseguir resultados através de outras pessoas gera muitas situações frustrantes. O reconhecimento por vezes é insuficiente, tardio e não raro, pífio. As críticas são abundantes, inclusive da família, e neste cenário tem de se manter sereno, comandando e acreditando em algo que por vezes levará meses ou anos para se concretizar. Daí a importância de ser resiliente e persistente.

Afinal, o que há de inspirador nesta vida de liderança?

Executivos e executivas são líderes que constroem. Há méritos nas lideranças políticas, religiosas e militares. Mas, quer você se utilize de um computador para definição de sua estratégia ou de um microfone para suas pregações políticas ou religiosas, seguramente estará usando um recurso que somente chega às suas mãos porque algum executivo ou, cada vez mais freqüente, alguma executiva o fez.

Aquiles, o herói grego, tinha de escolher se teria uma vida pacata e esquecível ou se escreveria seu nome na história. Preferiu a segunda alternativa apesar da morte em plena juventude. A carreira executiva permite a muitas fazerem algo relevante em suas vidas: desenvolver pessoas, amadurecer, passar por duras provas de desempenho, desafios gigantescos, responsabilizar-se por milhares de pessoas, sucumbir ao fracasso e reerguer-se triunfante em uma nova oportunidade. Somente os que estão na carreira executiva poderão lançar-se em uma vida tão interessante quanto esta. Sim, a liderança executiva é acima de tudo interessante: conhecer pessoas cheias de propósitos, passar por riscos que vão de viajar de avião em meio ao caos aéreo brasileiro a experimentar um exótico prato oriental, negociar, comprometer-se até a alma com algo que não sabe se será capaz de fazer, arriscar verdadeiramente sua honra e sua credibilidade.

Parece coisa de filme e é. O líder executivo vive a versão moderna do herói e nesta trajetória evolui, amadurece, torna-se outra pessoa. Nem todos que ingressam nesta carreira têm a dimensão exata do desafio que está a sua frente. Vêem somente o dinheiro que por vezes não aparece ou não encontram tempo e preparo para usufruí-lo. Mas é uma carreira muito digna, inspiradora e relevante.

Se você realmente tem aspirações de grandeza, prepare-se e ingresse na vida executiva. Poucas carreiras são tão arriscadas, emocionantes, desafiadoras e permitem deixar um legado tão valioso quanto às destes verdadeiros líderes construtores do mundo.

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Citação - Silvio Celestino

Silvio Celestino em 25 de Fevereiro de 2008 @ 06:00

Sucesso não traz felicidade! Mas, permite a você chorar em Roma, Paris, Milão, New York…

Success does not bring Happiness! But, It allows you to cry in Rome, Paris, Milan, New York…
Silvio Celestino

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Citação - Henry David Thoreau

Silvio Celestino em 20 de Fevereiro de 2008 @ 06:00

O sucesso normalmente vem para aqueles que estão muito ocupados para procurar por ele.
Henry David Thoreau

Success usually comes to those who are too busy to be looking for it.
Henry David Thoreau

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Sua carreira e a auto-estima

Silvio Celestino em 15 de Fevereiro de 2008 @ 12:32

Poucas metáforas refletem tão bem a auto-estima quanto a comparação dela com a capacidade das carpas de adaptarem-se ao seu ambiente. A carpa japonesa (Koi) se colocada em um tanque de pequenas dimensões irá crescer até um máximo de 5 a 7 centímetros. Em um lago seu tamanho pode ser três vezes maior. É a mesma carpa, apenas em ambientes diferentes.

Como esta capacidade se apresenta em nós? Se para o artista e a maioria das pessoas as emoções são o irracional dentro deles a ser dominado, em nossas carreiras acrescentam-se os pensamentos menores que nos impõem grandes barreiras. Como parte das emoções deriva deles então saber escolhê-los é um exercício relevante para a vida profissional. Contudo, no ocidente fazemos pouca ou nenhuma meditação. Momentos de introspecção, quietude e contemplação também são raros. Por esta razão temos a tendência de termos uma mente inquieta que por vezes nos perturba profundamente. São estes pensamentos perturbadores os principais limites para nosso desenvolvimento. Eles criam nossos pequenos tanques, nos encolhem e nos mantêm menores do que somos capazes de ser.

Observamos que grande parte das pessoas se mete em encrencas simplesmente devido a escolhas infelizes. E elas derivam do seguinte pensamento: “eu não tenho escolha”. Se você pensa sempre do mesmo jeito é pouco provável que veja outras possibilidades para si e sua carreira.

Carreira esta que se assemelha muito aos veleiros da época das grandes navegações. Um emaranhado de velas, mastros, cheio de gente, instrumentos complexos de navegação que demandam conhecimento e perícia. Acima de tudo quem o dirige tem de saber prever os ventos, as marés e o clima e agir antes se quiser que a embarcação vire na direção desejada no momento apropriado. E às vezes todas as previsões, experiência e perícia falham: imprevistos acontecem!

Por vezes nos preparamos para uma posição e ela nos é tomada por um concorrente desleal, mas amigo do chefe. Em outros casos lideramos uma empresa que vai muito bem, mas o mercado vira inesperadamente e o prejuízo nos atinge, às vezes nos leva à falência. Também pode ocorrer a doença nossa ou em alguém da família, e até mesmo a morte de um ente querido. Tudo isto são eventos da vida que interferem em nossa carreira.

Por mais difícil que seja a situação que você tenha de enfrentar a auto-estima desempenha um papel importante para suplantá-la. Entretanto, mesmo o desenvolvimento dela requer uma escolha inicial: querer ajudar-se. A única pessoa que não pode ser ajudada é aquela que não deseja sê-lo. Portanto, quer leia ou escute mensagens animadoras, se você não estiver a fim de sair do imbróglio em que se meteu é livre para não fazê-lo.

Sob o ponto de vista do processo de coaching – para quem não está acostumado com o termo é o processo de desenvolvimento de competências de liderança e de desenvolvimento humano – a auto-estima de uma pessoa é obtida de forma muito simples: é o tempo que ela investe em suas qualidades menos o tempo que gasta falando de seus defeitos.

Portanto, o segredo da auto-estima está nas palavras que pronuncia para si e que permite que outros o façam. Se quiser realmente ter auto-estima elevada primeiro ouça-se e veja o quanto de seus pensamentos são focados em seus defeitos.

Saiba que nenhuma empresa contrata alguém por causa deles e, no entanto, perdemos um tempo enorme acreditando que nos aprimorar significa eliminar nossos defeitos. Somos humanos e, portanto é perfeito ser imperfeito. Nosso valor está em nossas qualidades: pensar nelas e como expandi-las é uma boa forma de elevarmos nosso padrão – se possível para atingirmos a classe internacional naquilo que fazemos.

Se nossa auto-estima é diminuída pelo tempo que ficamos pensando a respeito de nossos defeitos, afaste-se daqueles que colocam uma lupa neles e o fazem pensar que você pode ser descrito por eles. Você não é seus defeitos. É verdade que tem de evoluir sempre, mas veja isto como um processo da vida e não como conseqüência de um julgamento exagerado de si mesmo ou de outras pessoas a seu respeito. Tão errado quanto dizer “eu sou assim”, é achar que criará a energia necessária para evoluir dizendo coisas ruins sobre si.

A auto-estima é a energia necessária para esta evolução. Seja você mesmo sua fonte de auto-estima, mais que isto, ajude aos demais a descobrir e desenvolver suas capacidades. Transforme-se em um oceano de coragem para si e para aqueles que o cercam.

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A Maturidade

Silvio Celestino em 7 de Janeiro de 2008 @ 06:00

Foi uma surpresa para mim quando em meio a um coaching o CEO de uma empresa declarou: “Apesar de casado, pai de um filho e um dos principais executivos de minha empresa… não me sinto um adulto”. Curiosamente este tema repetiu-se em outras oportunidades. Afinal o que faz de alguém um ser humano adulto ?

Na natureza o ciclo de vida de uma planta a partir de seu nascimento somente estará completo quando gerar uma nova semente. No reino animal as espécies lutam entre si pela sobrevivência. E em uma mesma espécie, o mais forte impõe-se aos demais para ter a primazia sobre o grupo.

Em sociedades consideradas primitivas, como as indígenas, para tornar-se adulto o indivíduo deve passar por testes de coragem onde irá provar estar apto a assumir responsabilidades. Estas provas o farão enfrentar suas próprias emoções com especial atenção ao medo e, ao vencê-las, irá morrer como criança para renascer como adulto, assim reconhecido por toda a tribo. O que nos remete à raiz da questão: para ser adulto algo deve acontecer com a pessoa de forma a transformar sua visão de mundo.

Esta transformação é responsável por fazê-la adotar um propósito para sua existência. Algo que seja tão relevante, marcante e inspirador que a fará renunciar a seus comportamentos infantis para adotar uma postura adulta. Ou seja, uma conduta pautada por seu propósito e com domínio de suas emoções.

Na sociedade ocidental em geral e na latina em particular as emoções são valorizadas demais. Como conseqüência adotamos ações que super protegem o indivíduo com a melhor das intenções: evitar que sofra. Entretanto, ao exagerar nesta preocupação criamos pessoas com baixa tolerância a frustrações. Isto é, pessoas que desistem frente a menor dificuldade pois crêem que “a vida tem de ser fácil, se não eu não agüento”.

Contudo, analisando a chance de alguém desenvolver-se com tarefas fáceis vemos que é muito baixa. Isto porque somente crianças celebram feitos ridículos. O ser adulto celebra conquistas difíceis, principalmente aquelas consideradas impossíveis.

Por exemplo: imagine que uma criança está jogando bola com seu pai e este pede a ela que chute a bola. Entretanto, ao fazê-lo ela imprime pouca força e a bola encaminha-se lentamente em direção ao gol. O pai então simula um salto em câmera lenta e permite que a bola entre. Em seguida corre em direção à criança para abraçá-la por ter feito o gol. A criança celebrará sem cerimônia. O ser humano adulto, pouco provável ! Ele quer fazer um gol de verdade em um goleiro que faça de tudo para impedi-lo. Quando alguém deseja que a vida seja fácil, está comportando-se como uma criança.

Nossa sociedade reduziu o rigor dos ritos de passagem que praticamente desapareceram. Sendo assim as pessoas constroem resiliência insuficiente para desenvolverem-se e preencherem um propósito elevado. Vejamos o exemplo do ensino no Brasil: o ciclo básico nas escolas promove alunos despreparados. Os vestibulares em algumas faculdades são propositalmente fáceis. A formação dentro delas exige pouco dos alunos que recebem certificados mesmo que estejam insuficientemente formados.

Mas aí chega o momento de se enfrentar a dura realidade nas empresas: somente os melhores avançam. É verdade que encontramos alguns apadrinhados dentro das organizações. Mas é uma ilusão imaginar que sem competência é possível estabelecer-se. É neste exato momento que as pessoas desacostumadas a lidar com frustrações quebram.

Na vida pessoal ocorre o mesmo: o convívio familiar, as doenças graves, a morte do ente querido, a nossa própria morte. Tudo isto faz parte de nossa existência. Mas muitos acreditam que vão evitar permanentemente estes eventos. Pensam que deve haver uma saída para a vida sem confrontá-los. Será uma busca em vão. Na vida há eventos que desejamos que aconteçam e há os que queremos que jamais ocorram. Ambos fazem parte da vida. Se você se deixar entristecer ou desanimar exageradamente por eventos ruins, bloqueará as condições para desenvolver-se rumo à maturidade.

A primeira ação para ser um adulto é aprimorar sua capacidade de estabelecer e cumprir compromissos. Em outras palavras agir e falar pautado por um propósito e dominar suas emoções sem deixar-se influenciar por elas. Crianças e adolescentes mudam de interesse a cada instante, tendo muita dificuldade de comprometer-se com algo por muito tempo. Isto é esperado e devemos dar-lhes apoio para que paulatinamente percebam a vantagem de se abrir mão da gratificação imediata pela futura. Ou seja, esperar o tempo necessário para que seus desejos e projetos amadureçam e dêem frutos consistentes e valiosos.

É quando a sociedade tem o compromisso de apoiar a formação do indivíduo que o amadurecimento deste ocorre de forma consistente. É a sociedade que deve estar a serviço da pessoa e nunca o contrário. Quando a sociedade ignora seu papel de manter um conjunto de ritos que formem o ser humano adulto você tem toda sorte de atrocidades. Ações destrutivas e contrárias à razão praticadas por jovens que ignoram como se comportar numa sociedade civilizada.

O comportamento civilizado em si é um compromisso do indivíduo para com os demais. Voltamos portanto à questão inicial: o comportamento de uma pessoa é que a define como adulta e independente de sua idade, cabelos brancos, o fato de ser casada, ter filhos ou ser um importante executivo de uma organização.

Sendo assim, inexiste em suas emoções o que lhe diga que é um adulto – o executivo citado no começo do artigo portanto dificilmente irá sentir-se um adulto. Deve preocupar-se em comportar-se como tal. A maturidade virá das conseqüências deste comportamento em forma de resultados a longo prazo expressos em: um filho bem formado, uma empresa sólida e em expansão, uma família conduzida com valores elevados, um trabalho genuíno de aprimoramento próprio contínuo, um legado para as gerações futuras e assim por diante.

Há atos que nos levam à evolução e outros que a bloqueiam, o ser humano adulto focalizará os primeiros e os realizará cada vez mais em sua vida até o final.

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